
Vendo casinha bangalô, branca caiada
Defronte a um lago,
Rodeada por varandas, rede já disponível.
E tem serras lindas ao redor,
Donde, nas manhãs, se vê o sol nascer,
Resplandecendo todo vale ainda molhado,
Com o sereno da noite.
É soprada por brisas cálidas,
Sombreado por palmeiras e flores,
Onde borboletas passeiam sem norte,
E sabiás brincam pra quem estiver na varanda,
E gostar do seu melancólico cantar.
E no final da tarde,
Enquanto o sol se esconde,
E a noite vai chegando mansa,
Ouve-se sussurrar de grilos e sapos,
Sinfonia que acalenta os ouvidos.
E se você tiver um grande amor,
Aconchegado no peito,
Enquanto balanga a rede,
A noite vai cobrir todos os atos,
Proteger toda luxúria,
Encobrir gestos e trejeitos,
Até o cansaço e o sono chegar.
Aceito troca,
Que seja por uma mala vazia,
Em boas condições,
Onde caibam pequenos pertences,
Que seja robusta,
Para segurar os trancos de um caroneiro
Que sairá pelas estradas,
Em busca de novo sonho.
Eacoelho
Defronte a um lago,
Rodeada por varandas, rede já disponível.
E tem serras lindas ao redor,
Donde, nas manhãs, se vê o sol nascer,
Resplandecendo todo vale ainda molhado,
Com o sereno da noite.
É soprada por brisas cálidas,
Sombreado por palmeiras e flores,
Onde borboletas passeiam sem norte,
E sabiás brincam pra quem estiver na varanda,
E gostar do seu melancólico cantar.
E no final da tarde,
Enquanto o sol se esconde,
E a noite vai chegando mansa,
Ouve-se sussurrar de grilos e sapos,
Sinfonia que acalenta os ouvidos.
E se você tiver um grande amor,
Aconchegado no peito,
Enquanto balanga a rede,
A noite vai cobrir todos os atos,
Proteger toda luxúria,
Encobrir gestos e trejeitos,
Até o cansaço e o sono chegar.
Aceito troca,
Que seja por uma mala vazia,
Em boas condições,
Onde caibam pequenos pertences,
Que seja robusta,
Para segurar os trancos de um caroneiro
Que sairá pelas estradas,
Em busca de novo sonho.
Eacoelho