domingo, 24 de julho de 2011

EPITÁFIO


E se eu de fato
Morrer de amor
Fato pouco provável
Posto que amar
é provar da vida
Em todos os seus favos

Se ainda assim
Acontecer que eu morra,
Escrevam na lápide
Da minha sepultura:
"Jaz aqui, alguém
Que morreu de overdose,
De amor, em essência pura"


Célia Sena

Um comentário:

Sônia Silvino disse...

Eu também prefiro essa overdose! rs
Liiiindo!
Beijos!