segunda-feira, 4 de julho de 2011

SOLIDÃO


Abre-se a porta
Numa esperança vã,
O vento lá fora
Atrasa o amanhã.
A noite já longa
Apraz-me com a solidão
Da melancolia que ronda
As margens do meu chão.
A dureza da verdade é o limite
Da cruel realidade que me transmite,
Que querer negar que sofro,
É covardia…
Querer parar o choro,
Fantasia…
Aperto tua foto contra o peito,
Acarinho-a, dou-lhe beijos,
É o meu jeito…
Eu sei!

Não consigo recuar o tempo,
Mas tudo o que escrevo e digo
É sentimento!


Ana Martins

2 comentários:

Sônia Silvino disse...

Me sinto em casa nesse lilás! rs
Como estás, minha amada?
Sua amizade me faz mais feliz!
Suas visitas aos meus blogs tornam o meu dia bem melhor!
Acompanhe as atualizações dos meus 28 blogs aqui: http://blogsdasoniasilvino.blogspot.com e aqui blogsdasoniasilvino2.blogspot.com
Beijos meus, muuuuitos!

Ana Martins disse...

Boa noite Sél,
Ao passear pelo seu blog, deparei-me com este meu poema. Muito obrigada pela divulgação, fiquei até emocionada, porque esta é uma prova viva de que aprecia o que escrevo.

Beijinho,
Ana Martins