quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

PILEQUE DE PALAVRAS


Entro no poema sem pedir licença
sem medir limites - livre e sem pudor
entro de cabeça entro inteiro dentro

desnudo e em espasmo mergulho me perco
me afogo e me engasgo - susto transe surto
quase sofrimento quase-quase orgasmo

saio do poema como quem renasce
tonto e muito louco - quase sangro sempre
quase sempre gozo e sempre morro um pouco.


Cairo Trindade

4 comentários:

Evanir disse...

Nada nessa vida se perde, nada é o acaso,
mesmo que sementes de fé e amor sejam jogadas em solo árido como o do deserto,
na hora propícia o vento as levará para terra fértil,
em algum oásis irão brotar, como João Batista,
que pregou no deserto, mas suas palavras foram para oásis seguros,
apenas aqueles que além de áridos também estavam impregnados pelas ervas daninhas
que sufocaram as suas sementes e usaram de seu poder para calar a sua voz.
Por isto acredito que sempre valerá a pena, a luta nunca será em vão.
Luconi 17-12-98
Deus abençoe seu carinho comigo
Um lindo final de semana beijos e carinhos meus.
Evanir..

Leandro Ruiz disse...

Simplesmente belíssimo...

Obrigado pela vista e pelo comentário em meu blog. Já sou seu seguidor!

Paz e bem!!!

Leandro A. Ruiz

www.lleandroaugustto.blogspot.com

www.eu-e-o-tempo.blogspot.com

Evanir disse...

minha linda menina voltando no seu blog para deixar-te meu carinho e agradecer de coração pela sua amizade.
Beijos lindo fim de semana.
Evanir.

Evanir disse...

minha linda menina voltando no seu blog para deixar-te meu carinho e agradecer de coração pela sua amizade.
Beijos lindo fim de semana.
Evanir.